Nothing Headphone (1) Pro: fone premium por US$ 399
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Nothing Headphone (1) Pro: fone premium por US$ 399

Nothing lança Headphone (1) Pro por US$399 com triple-driver, ANC 46 dB e EQ Flat; venda em 29/09. 9to5Google 28/09.

A Nothing colocou à venda o Headphone (1) Pro por US$399 / £349 com arquitetura de três drivers, ANC de até 46 dB e switch físico de EQ Flat afinado com a Metropolis Studios. O 9to5Google publicou em 28/09/2026; a disponibilidade começa em 29/09 no site da marca, Amazon e Best Buy. É o over-ear mais caro da casa até agora.

Eu olho esse lançamento menos como “fone transparente bonito” e mais como teste: a Nothing consegue cobrar preço Sony/Bose sem entregar só estética de meme? Spec sheet ajuda. Ouvido no metrô decide.

O que mudou em relação ao Headphone (1)

Cada earcup traz três drivers: dinâmico de 40 mm para graves, driver de precisão para médios e tweeter xMEMS para agudos. No app Nothing X dá para equalizar as vias com alguma independência, além de presets. O ANC sobe de 42 dB para 46 dB com sistema de 10 mics e earcups redesenhadas. Peso fica em 327 g, um pouco mais leve que o modelo anterior, com headband mais largo e espuma mais macia.

Materiais misturam alumínio, titânio e vidro 9H no lugar de trechos de plástico. IP52, Bluetooth 6.1, LDAC e Hi-Res sem fio, USB-C lossless até 24-bit/192 kHz e entrada P2. Bateria anunciada: até 68 h sem ANC e 30 h com ANC (AAC); em LDAC cai para cerca de 53 h / 28 h. Cinco minutos no carregador rendem 4 h de uso sem ANC. Controles físicos de paddle, roller e botões ficam.

Flat switch, spatial e o risco de excesso de knobs

O switch físico de EQ Flat é o detalhe que me interessa. Ir para perfil neutro sem abrir app é gesto de estúdio, não de marketing. Spatial audio traz modos como Live House e Concert Hall com head tracking opcional, e a Metropolis Studios aparece no crédito de tuning. Ben Schoon, do 9to5Google, já avisou em hands-on curto: as opções de ajuste chegam a beirar o excesso.

Filtro NM: fone de US$399 precisa justificar o preço em conforto de sessão longa e em ANC de avião, não só em render de vidro. Se o app virar labirinto e o Flat for o único preset que você usa, você pagou premium por um equalizador que quase não toca. Vale comparar no mesmo dia com WH-1000XM5/XM6 e QC Ultra antes de importar.

No Brasil o (1) Pro ainda não tem página clara de lançamento local. Enquanto isso, a linha Nothing Ear já aparece no varejo e serve de porta de entrada no ecossistema de app e gestos. No Amazon: Nothing Ear (A) wireless (ASIN B0CXPR5412). No ML: Nothing Ear.

Ofertas NM: Amazon – Nothing Ear (A) (ASIN B0CXPR5412) · Mercado Livre – Nothing Ear · loja.nerdminimalista.com.br

Preço, disponibilidade e o que esperar no BR

US$399 nos EUA, £349 no Reino Unido, €349 na Europa, cores preto e branco, case rígida na caixa. Venda a partir de 29/09/2026. Nada de calendário firme para o Brasil na cobertura que consultei. Importação por conta própria traz imposto, garantia torta e risco de firmware sem suporte local. Eu só pagaria premium se ouvisse o par lado a lado com rivais de mesma faixa e se o ANC de 46 dB se sustentasse em ônibus e avião, não só em spec.

Para quem já tem o Headphone (1), o salto mais concreto está nos três drivers, no ANC e no conforto. Trocar só pela estética de vidro é ego de unboxing. Para quem vem de fone barato, o Pro é salto grande de controle, com curva de aprendizado no app.

Por que importa para quem acompanha áudio Android

A Nothing insiste em hardware com personalidade visual sem abandonar LDAC e Google Fast Pair. Isso empurra a conversa de over-ear Android para cima do “bom o bastante da Sennheiser Momentum” e do domínio Sony. Se o Pro entregar, reforça a marca além do Phone. Se falhar em microfonia ou em vedação, vira case study de design > engenharia.

Concorrência direta e o preço psicológico

Na faixa de US$399 você encontra Sony, Bose e, em promoção, Focal e Sennheiser de gerações anteriores. A Nothing precisa vencer em três frentes: vedação do ANC, microfonia de call e fadiga após duas horas. Spec de xMEMS impressiona no papel; se o agudo ficar gritante em playlist compressada de streaming, o usuário volta para o preset Flat e nunca mais abre o EQ de oito bandas.

Outro ponto: dual connection e Fast Pair ajudam no dia a dia Android/Windows, mas quem vive no iPhone paga o ticket premium e fica limitado a AAC. Isso não é defeito escondido, é matemática de codec. Leia a matriz antes de importar pensando que LDAC “funciona igual” em qualquer bolso.

Se a Nothing lançar o Pro no Brasil com preço convertido sem absurdo de imposto embutido duas vezes, aí a conversa muda. Até lá, Ear (A) local e over-ear rivais no varejo BR continuam sendo o teste de loja que você consegue devolver em sete dias.

Checklist antes de importar

Confirme codec no seu telefone (LDAC no Pixel/Samsung costuma funcionar; iPhone fica em AAC). Meça se você usa fone 3+ horas seguidas. Veja política de devolução da loja. Ignore embaixador de campanha como critério técnico. Spec de 46 dB é número de laboratório; rua é outra planilha.

Resumo operacional: Headphone (1) Pro a US$399 com triple-driver + xMEMS, ANC 46 dB, BT 6.1, até 68 h sem ANC; à venda 29/09 em nothing.tech/Amazon/Best Buy; Brasil sem data clara.

Quanto custa o Nothing Headphone (1) Pro?

US$399 nos EUA, £349 no Reino Unido e €349 na Europa, segundo 9to5Google e Beebom.

O que são os três drivers?

Grave 40 mm, médio de precisão e tweeter xMEMS para agudos, com EQ avançado no app.

Qual a bateria com ANC ligado?

Até 30 h com ANC (AAC); até 68 h com ANC desligado.

Já vende no Brasil?

Cobertura de lançamento aponta EUA/UK/EU em 29/09; sem calendário BR oficial nas fontes lidas.

Fontes: 9to5Google (28/09/2026); Beebom Gadgets; Android Authority / TechRadar (cobertura paralela); Nothing.

Nerd Minimalista – vidro 9H vende foto; ANC e Flat switch vendem uso diário.

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